Coluna do Yahoo descreve o dia a dia dos times durante a pandemia, do ponto de vista dos funcionários administrativos
Com a rotina completamente alterada para obedecer aos protocolos de saúde e segurança necessários para viver na pandemia, funcionários descreveram para o Yahoo Sports algumas das mudanças no louco ano de 2020
19/08/2020 17h36 - por Marcelisco
Não ia ser normal, isso é certo, mas ninguém tinha como adivinhar como as coisas se sairiam uma vez que os times entrassem em uma rotina mais próxima de preparação para a temporada. O Yahoo Sports deu uma investigada perguntando aos funcionários dos clubes que não são da comissão técnica, atletas ou da diretoria, para entender o que mudou na rotina do clube e são bem interessantes alguns dos pontos levantados.

A matéria vale ser lida na íntegra, mas se você não quer ou não fala inglês, aqui embaixo vou listar o que chamou mais minha atenção:
  • a rotina de testagem e de responder questionátios a respeito do possível contato com pessoas infectadas TODOS OS DIAS está deixando todo mundo doido;
  • profissionais do clube andam com um rastreador GPS que apita quando você está próximo demais de outras pessoas, mesmo que separado por uma parede;
  • treinadores e outros membros da comissão técnica parecem ser os maiores responsáveis por não seguir os protocolos, desde conversando próximos uns aos outros sem máscara, até técnicos abraçando seus jogadores;
  • ainda sobre treinadores, alguns funcionários apontaram que alguns dos treinadores sequer acreditam na necessidade de seguir protocolos de saúde por não levar a pandemia a sério (me pergunto se Vic Fangio é um deles);
  • apesar dos técnicos céticos, o clima geral é de que ninguém quer ser a pessoa que não segue o protocolo e ferra tudo pro coletivo;
  • alguns times estabeleceram uma central telefônica que você usa para dedurar quem não seguir o protocolo, tipo você faz com seus parentes e amigos que furam a quarentena;
  • depois que o responsável pelo controle do protocolo de saúde do Minnesota Vikings contraiu COVID-19, há pouca fé que os protocolos, por melhor implementados que sejam, consigam manter a doença 100% fora do ambiente dos clubes




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